«— Quais gigantes? – perguntou Sancho Pança. — Aqueles que ali vês – respondeu o amo — de braços tão compridos que alguns têm quase duas léguas.»
O cavaleiro D. Quixote de La Mancha, antes de empreender uma luta contra gigantes imaginários, que mais não eram do que moinhos de vento.
Segundo o Jornal Digital, o prazo de entrega de candidaturas para o concurso de atribuição de 1.500 megawatts de potência eólica foi adiado pelo Governo português para o dia 1 de Março.
"De acordo com a rádio TSF, o prazo foi adiado porque vários consórcios concorrentes tinham dúvidas quanto às condições do concurso. Um dos problemas levantados é a obrigatoriedade do promotor do parque eólico e do fabricante se manterem ligados por um período de oito anos.
O concurso internacional para atribuição de 1.700 megawatts de potência eólica foi lançado pelo Governo em Julho passado. O prazo de candidatura ao lote de 1.500 megawatts de potência, com o objectivo de criar um cluster industrial, acabava a 30 de Janeiro.
Segundo a mesma emissora, até agora, apenas o consórcio liderado pela Iberdrola e pela Gamesa apresentaram a sua proposta para o concurso."
No nosso tempo o D. Quixote (Iberdrola) não teme os "moinhos de vento", nem os portugueses...
Abre-me esses olhos Sancho Pança!