Apenas a cópia de um relato de alguém que veio de Lisboa à 2 anos para conhecer Drave.. ;D
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Já pelo nome do ponto de encontro, deveria ter desconfiado...
Fraguinha.
Quem nunca frequentou as salas virtuais de Quake Arena ou de Unreal
Tournament pode atirar a primeira pedra (havera muitas mais pelo
caminho de qualquer modo).
Isso é que iamos sofrer, Frags, Frags e mais Frags. E Fraguinha era só
o començo (“la petite mort”

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Depois de uma ida ao São Macario (que mais tarde aprendi ser uma
especia de Oedipe português) para enganar o pessoal a fazer pensar que
isso iria ser o ritmo de cruzeiro do passeio...
Varias pausas depois para admirar a paisagem e bronzear um pouco
(Estavam uns bons 45ºC), cá vamos nós para as portas do inferno.
Chegamos a Regoufe e parece então que entramos num filme em preto e
branco (basta ver a fotos). Estão todos a falar de Volframío ou que
raio e que lhes parte! Que material é este? Um metal?!! Ah, Ah, Ah...
Devo-me ter enganado de planeta ao acordar hoje!
Tive recorrer ao dictionarío para perceber que na minha língua, chamem
isto tungstène. Se quiserem saber mais, dêem uma vista de olho em
www.rembar.com/Tungsten.htm.
Uma &$#%* de subida por um caminho de cabra com a burra em cima (Mas
isto é algum Zoo?), é estamos pronto a enfrentar a descida para Drave.
Não quero imaginar o trabalho que deu a desnivelar estas pedras todas.
.. G’anda naia. Foi realemente um momemto divinal. Chegada a Drave ->=
Banho delicioso + Frango que mal tinha arreferecido devido as altas
temperaturas. Que bem é que soube (ou será que bem é que sobe!!!).
Pois não deve ser, porque a seguir, não subi nada bem. Dos 600 m ao
1000 m em 3 kms !!! Arrrrgh! Até o guia se sentui mal. Há quem sugeriu
virar a bicla ao contrário ver se mudava alguma coisa em termo de
esforço. Eu, nem forças tinha para experimentar.
Após um longo pedalar e alguns compaheiros do pedal a andar de boleia
agarrados ao carros, voltamos ao ponto de partida, 45 kms mais tarde e
4500 pés de denivelado acumulado.
Jurei por nunca mais...
Mas hoje já estou a pensar repetir, então... É Drave doutor?
Michaël.
(PS: E verdade, ainda tinha de regressar até Lisboa com o Jorge... Mas
isso é outra historia)
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