Nasci em Moçambique, país onde vivo e trabalho actualmente. Mais precisamente, em Maputo. Gostava de trocar impressões, partilhar experiências, com quem já passou por África e/ou por Moçambique, e de uma maneira ou de outra ficou marcado, e com quem ainda cá não veio mas se sente com vontade de o fazer um dia ...
Vamos a isso? Sejam bem vindos ...
Álvaro Gonçalves Coutinho, “ O Magriço”, de Penedono,
celebrizado n´Os Lusíadas, de Luís de Camões.
Viram todos o rosto aonde havia
A causa principal do reboliço:
Eis entra um cavaleiro, que trazia
Armas, cavalo, ao bélico serviço.
Ao Rei e às damas fala, e logo se ia
Para os onze, que este era o grã Magriço;
Abraça os companheiros como amigos,
A quem não falta certo nos perigos.
O grupo BTTArouca vem desta forma convidar todos os grupos e amigos bttistas a participar em mais um “Passeio BTT Colheitas 2010”, que irá decorrer ...
O grupo BTTArouca vem desta forma convidar todos os grupos e amigos bttistas a participar em mais um “Passeio BTT Colheitas 2010”, que irá decorrer ...
Lindas imagens de Portugal sobre o Hino Nacional Português, cantado por Roberto Leal. Solo de guitarra de Rodrigo Leal. Produção de imagens de Jorge H...
Canção de grande sucesso nos anos 80 com letra e autoria de Paulo Alexandre. Recebeu vários prémios nomeadamente "Disco de Ouro" no Brasil.
Devido ao...
Disse D. Dinis, enquanto coligia o seu Cancioneiro:
Semeie-se o pinhal de Leiria e o da Beselga.
Têm lá uma maratona e fica mais linda com pinheiros.
Não quero morrer sem participar nela.
Demais, casei em Trancoso, a vinte e poucos kms da Beselga.
Pois concerteza que não basta recuperar aldeias (históricas ou não). Temos que fazer a história para que possam ser um dia históricas noutros sentidos mais amplos.
Todo o nosso património (não só o edificado) deverá ser preservado e enquadrado numa perspectiva envolvente e que cative quem quer que nos visita e, obviamente, alargando a oferta e diversificação da mesma, poder-se-ão atingir públicos-alvo muito mais alargados.
Daí que eu defenda não apenas iniciativas avulsas mas planos muito concretos e preferencialmente consensuais (se é que isso é possível em Portugal, Arouca em particular...). Daí também que eu defenda que este projecto global não passe (apenas) por uma vontade de quem está no poder local, mas de toda uma sociedade que se une por si mesma. Claro que já entro no campo da utopia... mas sem essa perspectiva global, do interesse de todos e com a participação de toda uma comunidade, haveria sustentabilidade na exploração turística da região.
As iniciativas particulares e avulsas, são apenas parte do caminho. A inexistência de um plano orientativo de se saber o que se quer e por onde seguir, poderá ajudar que não sejam cometidos os maiores atropelos e atentados urbanísticos que vão crescendo como cogumelos pela região.
Um dos problemas que eu vejo em Arouca (porque é daqui que estamos a falar) é que se gasta demasiada energia nos combates políticos e ataques pessoais do que verdadeiramente em prol da região. Muitos aspiram ao poder e outros quando por lá passam olham demasiado para um (pequeno) umbigo e sem perspectivas de médio e longo prazo. Navega-se demasiado à vista.
Terá de ser mesmo uma sociedade civil a organizar-se e as entidades publicas e de poder local/regional a participarem sem liderar. Um projecto a sério é imprescindível a participação autárquica e das juntas de freguesia mas não pode ser comprometida por mandatos políticos e comprometimentos eleitorais.
D. Afonso Henriques fez Portugal e sentou-se um pouco a descansar.
Qual quê, mesmo tendo partido uma perna,
era tempo de trocar o cavalo por uma bicicleta
e pôr-se a caminho da Maratona da Beselga.