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Monday
Dec 01st
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Praias Fluviais
Os Rios Arda, Paiva e Paivô, permitem a fruição de paisagens de rara beleza e a prática de desportos radicais. A nascente do Caima, com a Frecha da Mizarela, uma magnífica queda de água que se despenha de uma altura superior a 70metros, é um dos mais atractivos pontos turísticos do concelho.


Um conto de Natal enviar por e-mail
José RochaQuando, há mais de dois mil anos, Jesus nasceu em Belém, surgiu no céu uma estrela muito brilhante dirigindo-se para o local do seu nascimento. Tendo reparado nessa estrela, quatro reis magos decidiram partir dos seus países e segui-la para assim visitarem o menino-Deus e lhe oferecerem presentes.
 
O Último Pobre enviar por e-mail
José António RochaO último pobre de que me lembro, lembro-me dele de desde que me lembro de mim próprio. Lembro-me dele como um velho de barba branca, sempre de casaco vestido, de saco de pano às costas e de um permanente sorriso combinado com o encolher de ombros enquanto repetia «tem que ser».
 
O que fazemos nós à comida que nos sobra? enviar por e-mail
José António RochaEsta questão emerge de uma experiência comum à maioria de nós, os “ocidentais”, e não é assim tão importante ou preocupante como outras questões que lhe estão relacionadas. Explico-me.
 
Arouca em Alcobaça enviar por e-mail
José António RochaNo passado fim-de-semana desloquei-me a Alcobaça para visitar a “VIII Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais”, organizada pela Câmara local e realizada no mosteiro de Alcobaça, irmão do nosso mosteiro de Arouca.
 
Um crime devidamente legalizado enviar por e-mail
José António RochaApetece-me desabafar do testemunho de um crime. O crime é socialmente consentido, porventura aplaudido, está devidamente legalizado e aparentemente floresce. Falo do crédito ao consumo, quase-sinónimo do crédito “pessoal”. Não sei desde quando existe o conceito de crédito ao consumo. Só o recordo de há cerca de dois anos e julgo que a popularidade de que disfruta é pouco mais antiga.
 
Loures, Arouca, alfaias agrícolas, esquecimento, museus municipais e por aí adiante enviar por e-mail
José RochaNunca te aconteceu ficares aterrorizado diante de um objecto que no passado fez parte da tua vida e com o qual cresceste mas que agora, ao voltar a encará-lo tempo depois, não te recordas do seu nome? Como quando foste emigrante e ao voltar à pátria não te lembravas do nome das coisas na língua em que aprendeste a nomeá-las?
 
O código enviar por e-mail
José Rocha
Na sexta-feira passada fui ver o filme «O código Da Vinci» que tinha estreado na véspera. Nesse dia não acordei prevendo vir a terminar o dia numa sala de cinema diante deste filme. Mas aconteceu, por imprevisto desafio de amigos. E depois de corrermos três centros comerciais, lá conseguimos três lugares numa das pontas da segunda fila em sessão das 23.30h.
 
Páscoa, isto é, caminhar, trocar palavras enviar por e-mail
José Rocha
Quando os cristãos pronunciamos a palavra “Páscoa” referimo-nos geralmente à experiência da paixão, morte e ressurreição de Jesus e/ou à celebração anual dessa experiência. A “Páscoa” de Jesus, embora historicamente situada há quase dois mil anos, é anualmente actualizada pelas celebrações pascais que realizamos nas nossas igrejas e nas nossas casas. Mas há muitas outras formas de celebrarmos na nossa vida a Páscoa de Jesus.
 
Os dois irmãos enviar por e-mail
José Rocha
Estávamos já próximos da Páscoa, faltavam poucos dias para a celebração do Domingo de Ramos com que se entra na Semana Santa. Para muitos cristãos esses são os dias do ano em que se tem mais presente a memória de Jesus e são celebrados como um percurso que se torna cada vez mais intenso até à explosão de luz da vigília pascal.
 
Um poema no dia mundial da poesia enviar por e-mail
José Rocha Este poema é parte integrante do livro inédito «o rebentar das águas», a editar no próximo mês de Abril. A sua pré-publicação no site do Arouca.biz é um gesto de celebração do dia mundial da Poesia.
 
Dois episódios, talvez um só enviar por e-mail
José RochaNo domingo passado fui à missa à igreja de S. João da Madeira. À missa das 11h15 ou das 11h30, já não me lembro. Lembro-me é do meu irmão dizer que aquela era a missa dos ricos e, realmente, como me indicou que reparasse, não faltavam ali daquelas velhas que gostam de ir à missa dentro de uns casacões enormes cheios de pêlo.
 
A qualidade de vida enviar por e-mail
José Rocha

Digamos que todos temos uma natural inclinação para procurarmos o bem-estar e a felicidade. Digamos que a máquina consumista sabe muito bem disso e sabe muito bem explorá-lo. Digamos que nem sempre conseguimos discernir as verdadeiras das falsas ofertas de bem-estar e felicidade.

 
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