O MMS vai terminar a sua campanha com uma caravana que tem inicio em Arouca. Marcelo Pinho estará em Arouca na sexta-feira para uma entrevista na Rádio Regional, pelas 12h00

A comitiva do MMS almoça em Arouca e parte, depois, em caravana onde vai passar por todos os concelhos do distrito de Aveiro.mms_marcelopinho_arouca

Marcelo Pinho referiu que “Estamos a fazer uma campanha de verdadeira proximidade com os cidadãos. De microfone na mão, discurso em praças, praias, ruas e explanas”

“Estamos cheios de força e é possível a minha eleição. Peço a todos os arouquenses para votarem no MMS um voto útil para a eleição de um deputado que quer orgulhar Arouca.”

O MMS apresentou através de Marcelo Pinho as 7 primeiras medidas que o MMS implementaria se fosse governo.

Marcelo Pinho defendeu que "todos os jovens que passam do 9º. para o 10º. ano de escolaridade deveriam trabalhar um mês numa instituição de solidariedade ou numa empresa, com uma remuneração simbólica para começarem a perceber o valor do trabalho, do empenho e da dedicação".

Na apresentação das sete medidas "objectivas e simples" que o MMS aplicaria de "imediato" caso fosse Governo destaca-se também, na área da Acção Social, a necessidade de "incentivar os portugueses para o trabalho" exigindo que quem recebe prestações sociais preste trabalho a favor da comunidade.

"Dão-se muitos subsídios sociais sem se exigir nada em troca, achamos que quem recebe o Subsídio de Reinserção Social ou o Subsídio de Desemprego tem de trabalhar a favor da comunidade, porque só assim podemos incentivar as pessoas a serem produtivas e a sentirem-se realizadas profissionalmente", considerou o dirigente do MMS, que é também cabeça-de-lista pelo distrito de Aveiro.

O novo partido defende ainda o fim dos falsos recibos verdes, flexibilizando o mercado de trabalho, nomeadamente, com contratos a termo de maior duração, o pagamento do IVA ao Estado só depois do recebimento efectivo do crédito pelas empresas e a criação de incentivos para empresas em que o capital social seja detido por jovens com menos de 35 anos.

Na Justiça, o MMS propõe o fim da prescrição nos crimes de corrupção e, como modelo de governação, defende uma "redução significativa da subvenção estatal aos partidos políticos".

"Temos reparado que se gastam milhares de euros, muito mais do que o necessário até porque os grandes partidos tem todos os dias espaços nas televisões e nos jornais, não precisavam de gastar tanto dinheiro nas campanhas", considerou.

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