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Política Regional
Ameaça passar fome por causa de variante
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Ameaça passar fome por causa de variante
Em Arouca já não há paciência para esperar eternamente pela conclusão da via estruturante de ligação à Feira. Ultrapassados prazos prometidos pelo Governo para o reinício da obra, autarcas ameaçam com medidas drásticas.
Uma greve de fome à porta do primeiro-ministro ou do ministro das Obras Públicas e um possível boicote dos partidos políticos às próximas eleições autárquicas foram algumas das formas de luta defendidas pelo presidente da Câmara, Artur Neves, na última sessão da Assembleia Municipal (AM), como forma de sensibilizar o Governo para a necessidade de concluir a Via Estruturante Arouca-Feira.
Em 2001 foi lançada a primeira fase desta obra (10 quilómetros) com a ligação de Arouca a Mansores. Depois de 2005, data da conclusão da primeira fase, "nada mais foi feito" diz o presidente da Câmara. A segunda fase da obra, num total de 20 quilómetros, deveria ter sido lançada a concurso até ao final do mês passado.
"Não faz sentido suspender o processo" adianta o autarca, recordando que o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, e o secretário de Estado, Paulo Campos, confirmaram publicamente o avanço da obra.
Sobre o recurso a uma greve de fome o autarca afirmou, ao JN, não acreditar que seja necessário tomar essa decisão. "Estou em contactos com o Governo e acredito que conseguiremos fazer valer as nossas razões", referiu José Neves. "O percurso para Arouca é demorado e sinuoso e as pessoas chegam enjoadas", justificou. "Penso que esta posição do Governo é consequência das pressões da líder do PSD para não se investir em obras públicas",diz.
A Assembleia Municipal vai reunir no próximo dia 10 para aprovar uma posição conjunta sobre o assunto. Para o líder da bancada do PSD, Luís Silva, falhou a estratégia "solitária" do presidente da Câmara na resolução do assunto. Por isso, adianta: "Estamos disponíveis para o consenso que leve a aprovação de iniciativas razoáveis e eficazes para resolver o problema". Sobre a possibilidade das declarações de Manuel Ferreira Leite, contra os grandes investimentos, estarem a condicionar a obra, Luís Silva e peremptório: "É uma desculpa estapafúrdia". "Falta é palavra e coragem ao Governo", concluiu.
A Via Estruturante, tecnicamente designada de "Concessão Vouga" tem um custo total de 350 mil euros e compreende, ainda, uma ligação Penafiel-Arouca.
Uma greve de fome à porta do primeiro-ministro ou do ministro das Obras Públicas e um possível boicote dos partidos políticos às próximas eleições autárquicas foram algumas das formas de luta defendidas pelo presidente da Câmara, Artur Neves, na última sessão da Assembleia Municipal (AM), como forma de sensibilizar o Governo para a necessidade de concluir a Via Estruturante Arouca-Feira.
Em 2001 foi lançada a primeira fase desta obra (10 quilómetros) com a ligação de Arouca a Mansores. Depois de 2005, data da conclusão da primeira fase, "nada mais foi feito" diz o presidente da Câmara. A segunda fase da obra, num total de 20 quilómetros, deveria ter sido lançada a concurso até ao final do mês passado.
"Não faz sentido suspender o processo" adianta o autarca, recordando que o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, e o secretário de Estado, Paulo Campos, confirmaram publicamente o avanço da obra.
Sobre o recurso a uma greve de fome o autarca afirmou, ao JN, não acreditar que seja necessário tomar essa decisão. "Estou em contactos com o Governo e acredito que conseguiremos fazer valer as nossas razões", referiu José Neves. "O percurso para Arouca é demorado e sinuoso e as pessoas chegam enjoadas", justificou. "Penso que esta posição do Governo é consequência das pressões da líder do PSD para não se investir em obras públicas",diz.
A Assembleia Municipal vai reunir no próximo dia 10 para aprovar uma posição conjunta sobre o assunto. Para o líder da bancada do PSD, Luís Silva, falhou a estratégia "solitária" do presidente da Câmara na resolução do assunto. Por isso, adianta: "Estamos disponíveis para o consenso que leve a aprovação de iniciativas razoáveis e eficazes para resolver o problema". Sobre a possibilidade das declarações de Manuel Ferreira Leite, contra os grandes investimentos, estarem a condicionar a obra, Luís Silva e peremptório: "É uma desculpa estapafúrdia". "Falta é palavra e coragem ao Governo", concluiu.
A Via Estruturante, tecnicamente designada de "Concessão Vouga" tem um custo total de 350 mil euros e compreende, ainda, uma ligação Penafiel-Arouca.
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