Terça, Março 16, 2010

SAP de Arouca não deve encerrar para já

SaudeA Assembleia Municipal de Arouca decorreu no passado dia 29, com uma extensa ordem de trabalhos e tendo decorrido, praticamente, durante todo o dia, com grande participação de autarcas de todo o concelho.
As opções do Ministério da Saúde ainda não foram tomadas em relação ao SAP de Arouca e portanto não valerá a pena falar muito sobre isto
No que às questões de ensino diz respeito, Artur Neves, presidente da Câmara Municipal, não tem dúvidas de que o concelho conseguiu “corresponder com aquilo que foram determinações do Ministério, relativamente ao processo de começo de aulas no pré-escolar e jardins de infância”. “Devo dizer também que as soluções que encontrámos para as Escolas de Atendimento foram pioneiras neste concelho e seguidas de imediato em muitos concelhos”, acentuou ainda o autarca, referindo como exemplo o programa de entrega de pré-fabricados, devidamente climatizados, “com condições que as escolas velhas, infelizmente, não têm”. Mais ainda, Artur Neves elogiou ainda “o papel dos presidentes de Junta, que foram incansáveis e muito colaboraram para que este processo se iniciasse com o sucesso que teve”.
Quanto à questão do eventual encerramento do Serviço de Atendimento Permanente no concelho, foi garantido que, pelo menos para já, esta valência vai continuar a funcionar. “O certo é que não tenho nenhuma informação de que o SAP venha a fechar nos próximos tempos”, foi dito, tendo sido acrescentado: “As opções do Ministério da Saúde ainda não foram tomadas em relação ao SAP de Arouca e portanto não valerá a pena falar muito sobre isto”.
Já noutro ponto da ordem de trabalhos, o presidente da Junta de Freguesia de Albergaria da Serra queixou-se de uma obra mal feita na Serra de Freita e que tem a ver com a reparação de uma estrada.
Por seu turno, o deputado José Teixeira falou do estado da Serra da Freita, referindo “muitos troços vandalizados e conspurcados” e querendo saber quais as medidas que a Câmara pensa pôr em prática. “É verdade que se vêem lá situações de destruição e não sabemos como as combater”, começou por referir Artur Neves, recordando que, no que diz respeito à gestão daquele território, “existe um estudo da edilidade que aponta para a constituição de um Gabinete”. “A solução é pois uma gestão integrada”, acrescentou ainda.
Mais adiante, foi abordado o facto do Areínho não ter bandeira azul, com acusações ao concelho de Castro Daire, por ser responsável pela poluição do rio Paiva. Sobre este assunto, Artur Neves afirmou: “Infelizmente, aquele foi um momento de tristeza, o da retirada da bandeira azul à praia fluvial do Areínho, em Canelas. O rio Paiva, que sempre dissemos ser o rio menos poluído da Europa, já não é nada disso. Julgo que, com tudo aquilo que conseguimos apurar, o concelho de Castro Daire possa ser a fonte poluidora, embora ela ainda não esteja descoberta. A força policial anda à procura do infractor. O certo é, nos últimos dias, que foram muito chuvosos, foi feita uma descarga no rio Paiva proveniente do concelho de Castro Daire”.

Comentários (2)

Que mente tão pequena
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Um distrito como o de Aveiro com sensivelmente 700.000 pessoas,como é que se justifica o encerramento de 5 urgências.E mais inadmissivel é que as urgências do hospital São Sebastião já são péssimas,e agora com um encerramento de Espinho,São João da Madeira e Ovar vai ser então um caos.Isto é tipo País de terceiro mundo,em que as pessoas para irem à urgência têm que andar km.
Eu ainda não percebi como é que um homem,com uma mente tão pequenina,como o ministro da Saude faz á frente do ministério.
Francisco Marques , Outubro 04, 2006
Serviço de atendimento permanentemente fechado
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Já não vastavam termos alguns profissionais da saude que pouco ou nada fazem (podemos dizer que estão encerrados no activo), agora também se resolve encerrar os serviços, Lindo Serviço!!!
O mais engraçado no meio disto tudo, é por vezes vermos alguns senhores preocupados com criações de salas de chuto ou com a liberalização do aborto...
Eu pergunto:
Com as condições que nos são fornecidas pelo nosso governo a nivel da saude, em que para se ser operado de "urgencia" o paciente espera 1 a 2 anos, como poderemos nos criar salas de chuto ou liberalizar o aborto? É que se o aborto poder ser efectuado pela "caixa" o melhor será ser chamado de homicidio e não de aborto, pois a criança já estará a caminho da escola quando houver uma vaga para o fazer...
P.S. Sr Francisco Marques, Já visitou alguma vez o Hospital S.Sebastiao?!...

Tenho dito!
As melhoras!
marco saraiva , Outubro 10, 2006

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