| Orçamento de 2007 reprovado pela oposição |
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| Escrito por Arouca.biz | |||||||||
| 16-Dez-2006 | |||||||||
As Grandes Opções do Plano para 2007-2010 da Câmara Municipal de Arouca foram reprovadas pela oposição em reunião extraordinária do executivo, realizada na passada Sexta-feira, dia 15.
A proposta apresentada pelos socialistas não colheu junto dos quatro Vereadores da oposição. Assim, Óscar Brandão e Belarmino Francisco, do PSD e José Luís Silva e Adriano Francisco (UPA) votaram contra tendo sustentado as suas opções com duas declarações de voto. Esta decisão pode levar a que a Câmara possa vir a ser gerida por sistema de duodécimos. No entanto poderá também acontecer que os socialistas voltem a convocar uma reunião extraordinária e apresentem nova proposta. Relacionado:
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Pedro Magalhães
disse:
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A não aprovação das Grandes Opções do Plano e do Orçamento para 2007, não é um acontecimento político inesperado tendo em conta a falta de estratégia política e a incapacidade do actual executivo gerir consensos alargados para além dos seus territórios politico-partidários. A gestão socialista liderada por Artur Neves demonstra grande imaturidade e inexperiência política na gestão de situações politicas de grande importância para os destinos da vida autárquica arouquense. Não existe capacidade de liderança autárquica e de partilha de responsabilidades na gestão municipal. A gestão socialista da câmara de Arouca não se pode esquecer que o povo de Arouca decidiu em escrutínio secreto ( em 9 de Outubro) que o poder seria distribuído de forma a distribuir responsabilidades por todos as forças politicas representadas na vereação e assembleia municipal. Obrigando à realização de um orçamento participativo, onde todas as forças políticas obrigatoriamente devem dar o seu contributo programático. Este é o problema de fundo, independentemente da "pouca" ambição politica e técnica destes documentos. Que sem uma estratégia definida e de conjunto se limitam a apresentar um conjunto de acções fragmentadas, sem um plano estratégico global para o desenvolvimento de Arouca a curto e médio prazo. Uma espécie de gestão integrada no "deve e haver" de uma economia caseira e pouco ambiciosa. Pobre e medíocre documento. F.Matos Rodrigues ( membro da assembleia municipal). |
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Boa Tarde a todos. Antes de mais salientar a importância destes "espaços de discussão", que permitem o debate de ideias, a troca de experiências e a análise mais cuidada de assuntos verdadeiramente importantes para Arouca e para os seus. Uma segunda nota para a diferença entre as duas opiniões que me precederam. Escusado será julgar e condenar, ou sequer opinar o que é evidente para todos. Não valerá a pena, vale sim, pelo menos registar a diferença de pensamento e de actuação de dois políticos da nossa "praça". Finalmente, e correndo o risco de "decalcar" os argumentos do Fernando Matos Rodrigues, dizer que de facto a não aprovação do documento de gestão mais importante para o nosso concelho foi um acto de total inabilidade política. Para um documento destes procura-se sempre o consenso, não só para garantir a sua aprovação, mas também para receber de todas as forças legitimamente representadas os seus justos e obrigatórios contributos. É assim numa situação de maioria absoluta, terá que ser forçosamente assim numa situação de minoria. Lembro aos mais incautos ou de memória mais curta que até o antigo presidente de câmara que governou com uma maioria de 5-2 pedia aos vereadores da oposição os seus contributos e os incluiria, caso os valorizasse, claro está. Por se tratar de um documento de crucial importância, urge corrigir a situação e evitar danos maiores. Concerteza tudo se irá resolver, fica no entanto o episódio que seria evitável. |
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