No Serviço de Atendimento Permanente (SAP) de Arouca, a afluência à unidade de saúde, no considerado período crítico de gripe, não se fez notar anormal, segundo o director clínico.
“Tivemos alguma afluência, mas nada de anormal. Arouca vive um grande problema com a falta de médicos e o SAP serve de apoio a esses doentes”, frisou Dr. Dias da Costa.

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