Em dois meses, a Câmara de Arouca aprovou a alienação de património, mas recuou. "Não estava assegurada a defesa do interesse municipal", disse o autarca, Artur Neves, que adiou a intenção de venda para o Verão.

Em causa, segundo o presidente da Câmara, está um "património excedente, devoluto, fechado há muitos anos, e que corre o risco de se degradar por não estando ocupado". Desta feita, a Autarquia de Arouca decidiu pôr à venda, em Dezembro, 17 escolas do 1º ciclo - a mais cara, na freguesia de Espiunca, tinha o preso base de 41 mil euros, enquanto a mais barata, em Cabreiros, podia ser arrecadada por 1471 euros -, espalhadas por uma dezena de freguesias do concelho.
"Mais vale vender os edifícios, dando oportunidade a um privado reconstruir o equipamento", disse Artur Neves, que explicou que na altura do lançamento do concurso não deu conta "que no regulamento de venda havia uma falha que não defendia totalmente o interesse municipal".
Seguiu-se, então, no mês passado, a tarefa de "suspender a venda dos imóveis". Depois, "uma segunda razão foi o facto de várias juntas de freguesia e associações terem apresentado projectos com algum interesse no sentido de eles próprios colocarem aqueles equipamentos ao serviço da comunidade local", justificou o autarca.
"Entendemos reavaliar a venda pelo menos de algumas escolas, aquelas que têm projectos. Mas, admitimos que as outras, cerca de metade, serão para vender", acrescentou Artur Neves que, ao JN, adiantou que "uma das escolas, de Covelo de Paivó, vai ser transformada em sede de junta e outra em Alvarenga será um centro de dia e lar da terceira idade, em plena serra, sendo uma extensão para o serviço de apoio domiciliário".
Como a Câmara "não tem condições para dinamizar as escolas abandonadas em locais isolados", a Autarquia está receptiva a diferentes propostas , tendo lançado o repto às juntas de freguesia e associações no sentido de pensarem em eventuais soluções que permitam manter as escolas como propriedade da Câmara, mas ao serviço da comunidade.
Depois desse período, "lá para o Verão", assegura o presidente da Câmara, as escolas que não tenham qualquer projecto serão postas à venda. "Até essa altura tentaremos esgotar todas as possibilidades de a comunidade local dar um fim útil aos edifícios", assegurou Artur Neves.
Seja como for, os possíveis interessados terão que "manter a traça arquitectónica dos edifícios", concluiu o autarca.

Em causa, segundo o presidente da Câmara, está um "património excedente, devoluto, fechado há muitos anos, e que corre o risco de se degradar por não estando ocupado". Desta feita, a Autarquia de Arouca decidiu pôr à venda, em Dezembro, 17 escolas do 1º ciclo - a mais cara, na freguesia de Espiunca, tinha o preso base de 41 mil euros, enquanto a mais barata, em Cabreiros, podia ser arrecadada por 1471 euros -, espalhadas por uma dezena de freguesias do concelho.
"Mais vale vender os edifícios, dando oportunidade a um privado reconstruir o equipamento", disse Artur Neves, que explicou que na altura do lançamento do concurso não deu conta "que no regulamento de venda havia uma falha que não defendia totalmente o interesse municipal".
Seguiu-se, então, no mês passado, a tarefa de "suspender a venda dos imóveis". Depois, "uma segunda razão foi o facto de várias juntas de freguesia e associações terem apresentado projectos com algum interesse no sentido de eles próprios colocarem aqueles equipamentos ao serviço da comunidade local", justificou o autarca.
"Entendemos reavaliar a venda pelo menos de algumas escolas, aquelas que têm projectos. Mas, admitimos que as outras, cerca de metade, serão para vender", acrescentou Artur Neves que, ao JN, adiantou que "uma das escolas, de Covelo de Paivó, vai ser transformada em sede de junta e outra em Alvarenga será um centro de dia e lar da terceira idade, em plena serra, sendo uma extensão para o serviço de apoio domiciliário".
Como a Câmara "não tem condições para dinamizar as escolas abandonadas em locais isolados", a Autarquia está receptiva a diferentes propostas , tendo lançado o repto às juntas de freguesia e associações no sentido de pensarem em eventuais soluções que permitam manter as escolas como propriedade da Câmara, mas ao serviço da comunidade.
Depois desse período, "lá para o Verão", assegura o presidente da Câmara, as escolas que não tenham qualquer projecto serão postas à venda. "Até essa altura tentaremos esgotar todas as possibilidades de a comunidade local dar um fim útil aos edifícios", assegurou Artur Neves.
Seja como for, os possíveis interessados terão que "manter a traça arquitectónica dos edifícios", concluiu o autarca.
Presidente da Junta de Espiunca pede informações sobre o fecho das Escolas e venda dos Espaços
No passado Sábado, em reunião da Assembleia Municipal na casa do Povo de Alvarenga o Presidente da Junta de Espiunca referiu que "A Junta gostaria que a escola de Vila Viçosa tivesse uma utilização útil" e pediu ao executivo que a Escola fosse cedida à junta de freguesia.
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