| Encontro em Arouca - Taizé não se explica, vive-se |
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| Escrito por Voz Portucalense | |
| 26-Jan-2006 | |
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Sentados no chão e iluminados apenas por algumas dezenas de pequenas lamparinas, dispostas em círculos pelo presbitério da igreja conventual de Arouca, cerca de meia centena de jovens reuniu-se aí, no passado dia 20 de Janeiro, para partilhar os relatos, as impressões e as vivências que alguns deles já tinham adquirido, não só em Encontros de Taizé, como também em diversas Jornadas Mundiais da Juventude.
À entrada do presbitério, alguns placards com fotos e recortes de jornais desses encontros: Taizé, Paris 1997, Roma 2000, Colónia 2005 e Milão 2005. (José Cerca)Um fundo musical taiziano completava e espiritualizava este cenário que um grupo de jovens e o Secretariado de Catequese quiseram construir, na igreja paroquial de Arouca, numa fria noite de Janeiro, mas à qual não faltou o calor do encontro, da partilha e do ambiente próprio dos Encontros de Taizé. Depois de alguns dos participantes terem relatado as suas experiências e terem tentado transmitir as suas vivências em diversos encontros internacionais em que participaram, o pároco, P. João Pedro, relatou também ele um pouco das suas experiências, não só nos encontros de Taizé, como também nas suas peregrinações pelos Caminhos de Santiago. Teve, no entanto, o cuidado de salientar que Taizé “não se explica, vive-se”. Taizé é “uma experiência que se faz, não uma experiência que se diz”. O Encontro terminou com alguns momentos de oração cantada ao estilo de Taizé e com um desafio lançado pelo pároco para que encontros como este possam vir a acontecer, pelo menos uma vez por mês. Refira-se, finalmente, que está programado para aquele mesmo local, um encontro com um irmão português de Taizé, a ter lugar em data ainda a combinar. Relacionado:
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