| Encerramento do Serviço de Antendimento Permanente durante a noite |
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| Escrito por O Primeiro de Janeiro | |
| 30-Mar-2006 | |
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No decorrer do debate foi patente a ideia de que o Hospital de S. Sebastião tem, desde que foi inaugurado, tem respondido cabalmente às necessidades das parturienses arouquenses, com igual profissionalismo e dedidcação, serviço feito anteriormente pelo Hospital de S. Miguel, em Oliveira de Azeméis. Mas, para Arouca, a troca foi benéfica, especialmente por uma questão de rapidez! Mas o que foi realçado durante o debate foi a ameaça existente sobre a região do fecho do SAP – Serviço de Atendimento Permanente, durante a noite. Segundo os intervenientes, o número reduzido de atendimentos diários não é justificação para uma medida tão drástica e, a ser uma realidade, o concelho de Arouca vai ressentir-se gravemente, dado as suas características geográficas, com distâncias grandes e estradas difíceis e de montanha. Querem acreditar os intervenientes de que o Governo terá em conta essas condicionantes e não fará tal “aberração”. Concluíram mesmo que o SAP deve ser a última coisa a sofrer alterações. “Se tal medida for por diante, é um crime o seu encerramento das 24 às oito horas da manhã!”, concluíram. Na conversa ficou ainda a ideia de que Arouca necessita de uma Unidade de Serviços Continuados. Segundo Carlos Esteves, comandante dos Bombeiros Voluntários de Arouca, esta instituição já está, desde há dois meses, integrada no INEM e o pessoal teve preparação prévia, estando portanto habilitado a prestar os primeiros cuidados de socorrismo. O vice-presidente Campelo de Sousa, por seu turno, afirmou ser intenção do município fazer uma candidatura para dotar o concelho de Arouca de um ou dois veículos para fazer o rastreio médico da população. Relacionado:
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