| Comissão de protecção tem nova presidente |
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| Escrito por Arouca.biz | |||||||||
| 25-Out-2007 | |||||||||
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Como nos foi dado saber, ao longo dos últimos seis anos, esta Comissão de Protecção foi presidida pelo Prof. Dario que desempenhou essa função de forma graciosa e, porque as tarefas o exigiam, a tempo inteiro, sendo que estas Comissões funcionam 24 horas por dia e 365 dias por ano. Dados alguns desenvolvimentos recentes, procuramos saber mais alguma coisa acerca dos serviços e competências destas Comissões e ficamos surpreendidos com o que tem sido feito para a protecção e promoção dos direitos das crianças e dos jovens de Arouca. A nossa surpresa resulta, também, da forma como as acções desta Comissão passaram, praticamente, despercebidas da comunidade e mesmo dos órgãos da Comunicação Social, devendo-se isso ao modo como o ex-presidente da Comissão entendeu dever orientar os seus trabalhos – “ a nossa acção é exercida junto das crianças e jovens, não esquecendo as suas famílias, mais fragilizados e/ou carenciados e, por isso, merecedores de procedimentos muito cuidadosos e discretos”.
Tudo isto vem a propósito, como acima já se ia dizendo, do conhecimento que tivemos do sucedido na Assembleia Municipal do dia 29 de Setembro e na reunião de Câmara do dia 16 de Outubro e que julgamos dever levar ao conhecimento público para que se perceba que neste mundo tão egoísta e materialista, ainda há quem tudo dê sem nada querer ou esperar receber. Assim, na referida Assembleia Municipal, foi apresentada proposta pelo deputado municipal Dr. António Vilar, ex-membro da dita Comissão, que transcrevemos e que mereceu aprovação por unanimidade dos presentes – “ Proponho que esta Assembleia expresse o seu voto de louvor ao Prof. Dario Tomé pelo trabalho responsável, pelo empenhamento e dedicação prestado, ao longo de vários anos, à nobre causa da defesa e protecção das crianças e jovens em risco de Arouca” e, na sua reunião de 16 de Outubro, como já se disse, o executivo camarário, a propósito do mesmo, e como consta da respectiva Acta, deliberou: “ Aquando da sua eleição pela Assembleia Municipal em sua reunião de 26/2/2001, para, em representação do Município, integrar a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Arouca, o Sr. Prof. Dario Tomé da Conceição, então membro daquele órgão autárquico, segundo consta da respectiva acta, tomou a palavra para referir que “… gostaria que esta Comissão viesse a funcionar plenamente pois estamos conscientes que há imensos problemas que por vezes se arrastam e que supõe que o Município está perfeitamente consciente do que vem na lei, nomeadamente no apoio logístico, etc. Conclui destacando que espera que as pessoas que integram esta Comissão se empenhem para que a Comissão funcione plenamente para que os problemas das crianças estejam em primeiro lugar para todos”.O Arouca.Biz, pretendendo estar sempre atento ao que de melhor acontece em Arouca, sente-se muito honrado por poder contar no seio dos seus amigos um conterrâneo que, pelos seus testemunhos de vida e pelo elevado apreço que tem junto dos organismos nacionais de tutela a todos honra. Relacionado:
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veni, vidi et...
disse:
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| O voto de louvor que foi decidido atribuir pela A.M. de Arouca ao ilustre Prof. Dario Tomé foi inteiramente justo e merecido levando o mesmo a ser aprovado pela dita Assembleia por unanimidade. No entanto, pena é que quem, em boa hora, se tenha lembrado de o fazer, tenha permanecido, assim como os seus pares de bancada, mudos e quedos quando outros davam voz ás reclamações de quem esforçadamente trabalhava com empenho e denodo em prol dos menores sem que os poderes públicos, Câmara incluída, lhes proporcinasse o minimo indispensável. Teria sido tão interessante, ou mais ainda, que quem propôs tal voto tivesse de forma activa dado voz ás exigências mais prementes da Comissão de Protecção a Jovens e Crianças em Risco do que "aparecer" para entregar a faixa e o ramo de flores. | |
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Embora sabendo muito bem que a dedicação do prof. Dario Tomé à causa das crianças e jovens em risco do nosso Concelho, pela maneira discreta como sempre actuou, e pelos principios por que sempre se orientou, nunca objectivaram quaisquer louvores ou públicos elogios, a verdade é que o reconhecimento da autarquia pelo trabalho desinteressadamente desenvolvimento em prol desta causa é bem justo e mais que merecido. À sua sucessora, professora Rosa Maria Almeida, desejo o mais profícuo trabalho e dedicação a uma causa cuja premência, gravidade e urgência é desconhecida da maior parte dos arouquenses. Só quem lida com crianças e adolescentes se apercebe da complexidade que afecta muitas delas, derivada, quase sempre, da disfuncionalidade do respectivo ambiente familiar. José Cerca |
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