| Câmara de Arouca desvaloriza contestação ao fecho de escolas |
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| Escrito por Jornal Publico | |
| 01-Fev-2006 | |
O encerramento de várias escolas do 1º ciclo do ensino básico do concelho de Arouca, com menos de 20 alunos, parece inevitável, mas a câmara local garante que ainda não sabe ao certo quais os estabelecimentos de ensino que poderão fechar as portas no próximo ano lectivo. O presidente da autarquia, Artur Neves, defende que o importante é assegurar todas as condições para que a transferência de alunos para as escolas de acolhimento seja um processo tranquilo e sem complicações para os pais.Nesse sentido, a Câmara de Arouca tem estado em contacto com a Direcção Regional de Educação do Norte, e o autarca. Artur Neves adianta que, até ao final de Março, já deverá haver uma decisão nesta matéria. “Não fazemos barulho por fazer”, remata. O Sindicato dos Professores do Norte, da área sindical de São João da Madeira, promoveu ontem uma conferência na EB1 de Albergaria da Serra,Arouca, para manifestar a sua indignação perante o encerramento de “24 escolas do 1º ciclo dos concelhos de Arouca e de Vale de Cambra”. A estrutura sindical apontou o dedo à decisão do Ministério da Educação e à não participação da comunidade educativa neste processo. “Tudo parece indicar que, em Setembro de 2006, estaremos perante uma situação pior do que a actual: os alunos estarão numa escola de idêntica falta de condições, mas mais longe de casa, com os consequentes transtornos para as famílias e autarquias”, criticaram, apresentando como alternativa ao fecho de escolas situadas nas serras, a criação de um centro escolar serrano. Relacionado:
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