| Ampliação do Museu de Arte Sacra em perspectiva |
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| Escrito por EDVI | |||||||||||||
| 22-Set-2007 | |||||||||||||
![]() Mosteiro de Arouca O projecto já foi feito, mas, de momento, não há ainda uma data prevista para que o investimento, que chegou a estar avaliado em quatro milhões de euros, se concretize. «O objectivo é alargar o museu para o dobro do espaço. O projecto museológico está feito», revela Arnaldo Pinho, responsável pela RIRSM. «O museu está muito amontoado», acrescenta. Antes disso, a entidade pretende criar uma biblioteca com o espólio literário doado pelo já falecido bispo D. Domingo Pinho Brandão – arqueólogo natural de Arouca, onde nasceu em 1920, tendo sido nomeado bispo auxiliar do Porto em 1972. «Pretendemos instalar um centro de documentação sobre Cister, cuja base é a doação que o bispo D. Domingos Brandão fez à Irmandade da sua biblioteca». Ao todo, cerca de 12 mil títulos. «Pretendemos instalar uma biblioteca e um pequeno auditório», especifica Arnaldo Pinho. «Recentemente, o convento de Arouca foi objecto de um restauro global, que foi feito pelo IPPAR [Instituto Português do Património Arquitectónico]». Nessa intervenção, o telhado foi substituído, a pedra exterior limpa e os rebocos renovados. «O objectivo foi pôr o convento em condições tais para que, no futuro, não haja problemas de infiltração», adianta. A RIRSM tem vindo a adquirir várias obras de arte e, neste momento, algumas peças do Museu de Arte Sacra estão a ser tratadas. «As imagens estão continuamente a ser restauradas», diz o responsável. O órgão ibérico, considerado uma «raridade» do século XVIII, já está em Barcelona para ser restaurado. O instrumento, «com peças raríssimas», deverá ficar nas mãos dos técnicos quase dois anos. A RIRSM tem ainda em perspectiva ter uma equipa técnica, com um director e pessoal especializado, para dar resposta a várias solicitações e definir estratégias, nomeadamente na captação de novos públicos para o Museu de Arte Sacra. «Precisamos de fazer um salto para o futuro», defende Arnaldo Pinho. «A estratégia é, neste momento, feita pelas pessoas que cá vêm. Arouca é uma terra visitada por gosto», acrescenta. O Museu de Arte Sacra de Arouca atingiu o máximo número de visitas em 2005 com 15.001 entradas registadas. No ano passado, o número baixou para 10.556, o mais baixo desde 1997, ano com 13.479 visitas. Em 2004 teve 11.216 entradas, 12.697 no ano de 2003 e 14.238 em 2002. A RIRSM foi criada em 1886 para preservar o culto de Santa Mafalda - padroeira de Arouca que foi beatificada em 1792 pela Bula de Pio VI – e administrar os objectos do convento. A fundação acontece depois da morte da última monja, Maria José Tovar de Meneses, do convento arouquense. O Museu de Arte Sacra é criado em 1933, com algumas obras de arte do extinto convento. Museu de Arte Sacra guarda preciosidades artísticasO Museu de Arte Sacra de Arouca, considerado o mais importante espaço nacional particular com estas características logo a seguir ao da Fundação Calouste Gulbenkian, guarda colecções com peças de arte que, pela sua raridade, são objectos preciosos no espólio europeu.
Artistas de todo o país mostram trabalhos no mosteiroVinte e dois artistas de todo o país, com trabalhos de pintura, escultura e fotografia, juntam-se na mostra colectiva «Contrastes artísticos», que está patente na sala D. Domingos Pinho Brandão do Mosteiro de Santa Mafalda de Arouca, até 07 de Outubro.
![]() Contrastes artísticos Relacionado:
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Ana
disse:
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Lamento que as noticias não sejam divulgadas com os factos devidos ... ´pois essa exposição não foi deixada ao critério dos artistas ,mas sim a uma artista que teve todo o trabalho em organizar e convidar os outros artistas e seleccionar os mesmos ...mas que vocês nem se deram ao trabalho de a mencionar... |
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Em primeiro lugar, eu não sou contra a igreja nem neste caso contra o convento. Mas relembro que ainda a pouco tempo foi restaurada como é referida no texto. Nao estou a ver qual é a importância de aumentar o dobro, há coisas muito mais importantes para fazer em arouca. Em relação a saúde, deixou de haver um hospital para haver um centro de saúde novo (Para quê?). Um pessoa que esteja doente tem que ir para Santa Maria da Feira (que fica ainda a muitos KM, e nem todas as pessoas tem possibilidades para estas viagens, e os doentes não ficam muito bem durante a viagem). Ja que querem gastar dinheiro, gastem em coisas úteis. Até gostava de ver um inquérito ao povo de arouca sobre isso, e o que gostariam que fizessem para evoluir Arouca. Sem mais nada a referir, Helder Duarte |
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