| Presidente do Arouca reitera confiança no técnico, mas não esconde… |
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| Escrito por O Primeiro de Janeiro | |
| 09-Dez-2005 | |
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A tranquilidade parece ter regressado ao Arouca. Depois de António Moura ter deixado o comando técnico, há cinco jornadas atrás, dando lugar a Tomé, os resultados acabaram por não ser os esperados já que nos primeiros três encontros o Arouca empatou, inclusive com o último posicionado. No entanto, nas duas últimas jornadas do Campeonato, disputadas na quinta-feira e no domingo passado, a equipa voltou a conhecer o sabor da vitória, sendo que conquistou um importante triunfo na recepção ao líder do Campeonato, Águeda (3-0). A «mexida» no comando técnico não deu, ainda, os «frutos» desejados, mas o presidente do clube, José Carlos Mendes, garante que não há lugar para arrependimento, recordando que a saída de António Moura se deu por mútuo acordo. “Está tudo a correr dentro da normalidade. A equipa ainda não perdeu desde que Tomé assumiu o comando. No domingo, com uma grande exibição vencemos o Águeda, algo muito importante para a equipa e um resultado que pode relançar o Arouca”, defende o dirigente, acrescentando: “A troca de treinador aconteceu depois de uma acordo entre as partes. Não tenho que me arrepender de nada. Estamos satisfeitos com o trabalho do técnico, um homem conhecedor e com provas dadas”. O responsável máximo pela colectividade reafirma ainda que os objectivos do clube para a temporada, continuam a ser os mesmos: “Queremos ser campeões e subir de divisão. É a nossa única meta”. Desvantagem para o líder preocupa As duas vitórias conquistadas nas últimas jornadas do Campeonato foram “muito importantes” para o Arouca, até porque, considera, dão sempre “maior motivação” aos jogadores. Porém, avisa, os bons resultados devem manter-se. “Os pontos são fundamentais. Ainda por cima não vencíamos fora desde a segunda jornada e, isso, acaba por dar mais ânimo a todos. O espírito é, agora, mais forte”, destaca, acrescentando: “Mas também é importante continuar na senda das vitórias, porque duas conquistas não determinam nada…”. Mesmo assim, o Arouca continua longe do primeiro lugar já que são quatro os pontos que separam o clube do líder Águeda. Uma distância que “preocupa” o presidente do segundo classificado. “São preocupantes porque existe uma diferença. Só quando não existir desvantagem é que não estaremos preocupados. Mas estamos conscientes de que vamos recuperar esses pontos. Ainda há muito Campeonato pela frente e só no final é que se fazem as contas”, assevera. Entretanto, apesar de Dezembro ser o mês de reabertura do mercado, altura que os clubes podem aproveitar para reforçar o plantel, José Carlos Mendes adianta que o grupo de trabalho não deverá sofrer alterações, isto porque, considera, não é necessário qualquer reajuste. “O plantel tem qualidade e não está planeada qualquer alteração. Não haverá saídas, logo não há entradas”, conclui. --------------- INSTALAÇÕES Nova «casa» na próxima época José Carlos Mendes adiantou ainda que o Arouca deverá, na próxima época, «mudar-se» para o novo Estádio Municipal. A obra, da responsabilidade da autarquia, está em “fase de acabamento”, sendo que deverá estar concluída em Março de 2006. Por isso, na próxima temporada, o Arouca espera “fazer um protocolo com a Câmara” para que possa utilizar o recinto desportivo “em treinos e em jogos do Campeonato”. “São instalações espectaculares e sendo o Arouca o clube mais representativo do concelho, acreditamos que podemos utilizar o recinto. Por isso, também queremos jogar na Terceira Divisão já que vamos ter outras condições de trabalho”, sublinha o dirigente. O novo estádio municipal será dotado de um relvado natural e uma bancada com cerca de 2000 lugares. Relacionado:
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