A dupla Fernando Peres / José Pedro Silva estive em grande plano na última prova do Campeonato de Portugal de Rali o Rali do FC Porto, vencendo o agrupamento de Produção e ficando no 3º lugar à geral.
A dupla conseguiu, mais uma vez, atingir o objectivo delineado para este Rali permitindo à equipa manter-se na corrida pelo título.

Objectivos conseguidos. Dominamos o grupo N, conseguimos a pontuação máxima para o grupo e o carro não deu problemas. Na geral conseguimos o terceiro lugar que só podemos considerar como bom.
Naturalmente que havia a possibilidade de tentar ficar à frente do Pascoal e do Mário Castro mas, desta vez, foi impossível. Teríamos de arriscar demasiado colocando em risco o nosso objectivo principal que é o grupo N, declara a dupla.
Mantendo um andamento forte desde a primeira especial a dupla revela a táctica para o Rali e o segredo de mais uma vitoria O segredo foi andar depressa desde o primeiro troço ajudados por um carro que esteve excelente. Aproveitamos bem o shake-down para conseguir um bom acerto para as condições que se adivinhavam. As classificativas estavam complicadas mas conseguimos um ritmo que nos colocava à distância dos restantes grupo N. Conseguimos ainda não perder muito para os S2000 mas tentar acompanhá-los era impossível. Na segunda ronda resolvemos não arriscar e no primeiro troço da tarde até exageramos nas cautelas. Mas na verdade é que o Luilhas 2 estava mesmo complicado. Agradecemos aos nossos patrocinadores a aposta que continuam a fazer em nós e à nossa equipa técnica que esteve uma vez mais irrepreensível.
Fizemos mais uma prova dura sem o menor problema o mesmo acontecendo com os outros 3 carros que assistimos neste rali. Agora é esperar pela Madeira.
A dupla conseguiu, mais uma vez, atingir o objectivo delineado para este Rali permitindo à equipa manter-se na corrida pelo título.

Fernando Peres
Objectivos conseguidos. Dominamos o grupo N, conseguimos a pontuação máxima para o grupo e o carro não deu problemas. Na geral conseguimos o terceiro lugar que só podemos considerar como bom.
Naturalmente que havia a possibilidade de tentar ficar à frente do Pascoal e do Mário Castro mas, desta vez, foi impossível. Teríamos de arriscar demasiado colocando em risco o nosso objectivo principal que é o grupo N, declara a dupla.
Mantendo um andamento forte desde a primeira especial a dupla revela a táctica para o Rali e o segredo de mais uma vitoria O segredo foi andar depressa desde o primeiro troço ajudados por um carro que esteve excelente. Aproveitamos bem o shake-down para conseguir um bom acerto para as condições que se adivinhavam. As classificativas estavam complicadas mas conseguimos um ritmo que nos colocava à distância dos restantes grupo N. Conseguimos ainda não perder muito para os S2000 mas tentar acompanhá-los era impossível. Na segunda ronda resolvemos não arriscar e no primeiro troço da tarde até exageramos nas cautelas. Mas na verdade é que o Luilhas 2 estava mesmo complicado. Agradecemos aos nossos patrocinadores a aposta que continuam a fazer em nós e à nossa equipa técnica que esteve uma vez mais irrepreensível.
Fizemos mais uma prova dura sem o menor problema o mesmo acontecendo com os outros 3 carros que assistimos neste rali. Agora é esperar pela Madeira.
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