| Cister, Sabores e Saberes é um sucesso confirmado |
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| Escrito por Foto: Carlos Matos | |||||
| 29-Abr-2007 | |||||
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Mas o evento não se resume aos doces, contando com um programa extenso de visitas guiadas, momentos de debate, espectáculos musicais e várias exposições temáticas. O evento encerra na próxima quarta-feira, festa da Rainha Santa Mafalda, a partir das 09:30 com a actuação da Banda Musica de Arouca na Praça Brandão de Vasconcelos, e a que se segue, às 11:00, uma missa solene e, às 17:00, a respectiva procissão. ![]() O mosteiro acolhe a mostra até quarta-feira Cister, Passado, Presente e FuturoNo âmbito do evento irá realizar-se, no próximo dia 30 de Abril, o seminário "Cister, Passado, Presente e Futuro", que terá lugar na Sala do Capítulo do Mosteiro de Arouca. Dividido em três painéis chave: Passado, Presente e Futuro, o seminário pretende dar a conhecer o papel da ordem religiosa cisterciense no passado, apresentar exemplos presentes do actual estado em que se encontra o legado patrimonial, evidenciar dinâmicas e projectos passíveis de se implementarem no futuro. Dentro deste último painel será abordada a revitalização da Rota de Cister, um momento que culmina com a assinatura de um Protocolo de Cooperação entre diversas entidades, de entre as quais se destacam a C. M. de Arouca, a Região de Turismo Rota da Luz, o Gabinete da Rota das Vinhas de Cister, o Instituto Português do Património Arquitectónico, a Real Irmandade Rainha Santa Mafalda, a Universidade Católica Portuguesa e diversos mosteiros cistercienses. Relacionado:
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A. J. Brandão de Pinho
disse:
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A extravasar um pouco o limite temático sugerido pelo nome atribuído ao evento, "Cister, Sabores e Saberes" aproveita o ensejo para abrir espaços do Convento até agora fechados ao público e, ao mesmo tempo que permite ao visitante contemplar a grandiosidade do imóvel e deixar-se levar pela imaginação ao tempo em que as freiras percorriam aqueles corredores, motiva a recuperação de espaços, a recolha de objectos e alfaias ligadas à vida no Convento e fotografias antigas de Arouca e das suas gentes. Se ano após ano, o evento motivar a recuperação de novos espaços, a recolha de mais objectos e alfaias, ou o lançamento de uma nova obra, teremos frutos para além do tempo efémero do evento. Contudo, há sempre aspectos a melhorar e/ou a ter em conta. Deverá aquele espaço e este evento em particular servir iniciativas e exposições que nos remetam para o passado, para a História, para a Arte antiga e para a Religião. As coisas do nosso tempo, deverão ser mostradas em eventos doutra natureza e noutros espaços, sob pena de se extravasar em demasia e transformar o evento numa feira. Feiras há muitas. Não devemos ter a tentação de transformar tudo numa feira e, em pouco tempo, assistirmos às mesmas coisas em iniciativas distintas ou que, pelo menos, deveriam sê-lo. Tirando este aspecto, o evento, na linha que referi, é oportuno e deve manter-se. Parabéns a todos quantos o organizam e a todos quantos o permitem organizar. A. J. Brandão de Pinho |
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