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V Grande Capítulo da Confraria G. da Raça Arouquesa |
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Escrito por GCRA
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19-Dez-2007 |
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A Confraria Gastronómica da Raça Arouquesa realizou, no passado dia 1 de Dezembro o seu V Grande Capítulo.
O evento teve lugar na Sala do Capítulo do Mosteiro de Santa Mafalda que foi pequena para acolher, não só os próprios Confrades como os representantes de outras Confrarias, convidados e acompanhantes, tendo estado presente o Sr. Dr. Jorge Oliveira em representação do Sr. Presidente da Câmara.
Durante a cerimónia foram investidos 8 Confrades Noviços, a saber – André Almeida Teixeira, Deputado, Prof. António Pedro Almeida Ferreira da Silva, Dr. Arménio dos Santos Vasconcelos, Eng.º Carlos Marinho Quintela dos Santos, Jerónimo da Silva Ferreira, Eng.º José Alberto Freitas Soares Pinheiro e Silva, Dr. Manuel da Silva Valente Morais e Arq.to Mário Celso Dias Duarte Castro Soares e foram entronizados como Confrades Irmãos – D. Adélia Brandão Vaz Pinto, Dr. Afonso Costa dos Santos Veiga, D. Ana de Jesus Soares, Dr. António Manuel Brandão Martins Peres, Augustinho Vasconcelos Mendes, Dr. Francisco Geraldes Neto e Prof. Zeferino Duarte Brandão. A partir de agora a Confraria passa contar com 59 Confrades, devendo registar-se que muitos, não sendo arouquenses, quiseram passar a pertencer a esta Confraria arouquense, o que pode ser entendido como sinal do apreço que estas pessoas têm por Arouca, pela Raça Arouquesa e do grande prestígio que a Confraria já tem a nível nacional.
Das palavras proferidas pelo Grão Conselheiro registamos: “As Confrarias Gastronómicas são espaços de cultura e humanização que querem ser instrumento de permuta e divulgação de saberes e sabores e, também, de garantes de que as nossas melhores tradições de qualidade não se irão perder mas, ao contrário, ajudar a encontrar respostas de futuro, que não estão fechadas em si próprias, mas também apostadas na internacionalização.
Num mundo cada vez mais globalizado e globalizante é necessária a defesa e afirmação das diferenças regionais que, na interacção das desejadas complementaridades, serão instrumento do desenvolvimento e afirmação das nações.
Prova disso é a já constituída Associação das Confrarias da Rota de Cister que, tendo nascido pela vontade das Confrarias Gastronómicas da Raça Arouquesa, da Confraria da Lampreia e da Confraria das Almas santas e do Leitão, pretende incorporar todas as demais que se encontrem sedeadas em territórios de influência da Ordem, percorrendo a dita Rota em terras de Espanha até chegar a Citaux, casa mãe que viu nascer a Ordem de Cister”.
Chamou, ainda, atenção para os objectivos constantes dos Estatutos, razão de ser da Confraria, lembrando as dificuldades a vencer para atingir tais desideratos e deixou bem claro que a Confraria não é um espaço para afirmação ou projecções sociais, mas sim, um espaço de intervenção em que todos deverão estar irmanados no necessário esforço de promoção e defesa da Raça e de Arouca.
 V Grande Capítulo
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